O conflito de gerações é um tema secular, mas, com a velocidade das novas mudanças, nunca foi tão difícil acompanhar as diferenças entre dois grupos etários, hoje representados por duas letrinhas que dão muito o que falar: X e Y.
Como foi
Celular, internet, jogos virtuais, funk ou fast food. O que hoje é o “basicão” pros millenials não fazia parte do dia a dia das gerações anteriores. Quem nasceu nas décadas de 60 e 70 fez parte de um movimento revolucionário no comportamento da sociedade, desmantelando antigos conceitos repressores enquanto se ganhava a vida numa nova realidade, mas que acabou engolindo a utopia com suas promessas: o capitalismo.
Como é
Esse mesmo sistema econômico foi pai de uma geração rodeada de conforto e acesso ilimitado à informação. Ficou mais fácil contestar verdades até então absolutas, e mais difícil resgatar a presença e o afeto nas relações. A nova geração ganhou em conhecimento e perdeu muito em diálogo, compromisso e respeito. O lado bom é que temos na mão uma gente criativa, dinâmica, antenada e totalmente “prafrentex”. Mas que custa caro.
Como vai ser
Ninguém sabe na verdade. As transformações aconteceram depressa demais, provando que a única coisa previsível, daqui pra frente, é o aumento dessa velocidade. Mas algumas dicas podem nos ajudar a lidar com os problemas HOJE. Quem sabe assim a gente consegue dar um ritmo mais harmonioso a essa corrida contra o tempo?
Minimizando conflitos
Enfim, isso é só uma ponta do iceberg que é o gerenciamento dos conflitos. Mas já dá uma boa noção de como quebrar o gelo entre duas gerações que se precisam – e, acima de tudo, se completam.
Fontes:
http://comunicacaointerna-informa.blogspot.com/2011/01/conflito-de-geracoes-nada-de-terno.html
http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=355&tipo=G