O Portal RH.com publicou na semana passada uma reportagem interessante sobre o que um líder deve fazer para melhorar o desempenho de sua equipe.
Entre as 10 dicas citadas estão avaliar a própria performance como gestor, não propor à equipe metas impossíveis de serem alcançadas e estar atento à avaliação do clima organizacional da empresa.
Leia o texto completo Baixo desempenho da equipe. O que o líder pode fazer?
Quer ler mais sugestões sobre como liderar? Leia a reportagem Aspectos importantes sobre liderança e estratégia, postada no site do Sebrae.
É isso que demonstra o artigo do pesquisador do comportamento humano Romulo Gutierrez, publicado no Portal RH.com.br
O texto aborda a força da mulher como líder e dá como exemplos Dilma Rousseff, Luiza Trajano, Marina Silva, Tânia Nahuys e Chieko Aoki.
Segundo o autor, algumas características marcam a essência da liderança feminina:

Veja na íntegra o texto O poder da liderança feminina.
Leia também a reportagem da revista Época desta semana O segredo das mulheres felizes.
O feedback é uma ferramenta que objetiva o alto desempenho das equipes nas empresas.
A coordenadora de RH da Quality Training, Danielle Filizola, em entrevista ao Portal Infomoney, aponta três erros comuns aos gestores ao dar feedback:
Feedback na frente dos outros
O feedback tem a função de melhoria. Se for na frente dos colegas pode constranger, perdendo a sua finalidade.
Prazo de validade
O líder não pode demorar para conversar com o profissional. Deve ser relacionado às atividades recentes.
Profissional x pessoal
O feedback tem que ser isento de julgamento de valores. O gestor cita apenas quais atitudes do profissional foram consideradas erradas, sem adjetivos.
Fonte: Infomoney
Sair melhor do que entrou
O consultor e escritor Marco Fabossi, autor do livro Coração de Líder, destaca no vídeo abaixo outras particularidades, como, por exemplo, o reconhecimento. Confira:
Você sabia que um quinto da geração Y ocupa cargos de liderança no Brasil?
A pesquisa produzida recentemente pela consultoria de gestão Hay Group, feita com mais de 5,5 mil jovens nascidos a partir da década de 80, constatou que 18% dos entrevistados já atuam como chefes.
E um dado interessante: 63% dos entrevistados querem permanecer no atual trabalho por mais de cinco anos. Apenas 5% têm planos de sair em um ano.
Ainda: para 93%, quanto mais a empresa investe neles, mais desejam continuar no emprego.
Quer saber mais? Leia a reportagem Um quinto da geração Y já chefia equipes, do Estadão Online.
O conflito de gerações é um tema secular, mas, com a velocidade das novas mudanças, nunca foi tão difícil acompanhar as diferenças entre dois grupos etários, hoje representados por duas letrinhas que dão muito o que falar: X e Y.
Como foi
Celular, internet, jogos virtuais, funk ou fast food. O que hoje é o “basicão” pros millenials não fazia parte do dia a dia das gerações anteriores. Quem nasceu nas décadas de 60 e 70 fez parte de um movimento revolucionário no comportamento da sociedade, desmantelando antigos conceitos repressores enquanto se ganhava a vida numa nova realidade, mas que acabou engolindo a utopia com suas promessas: o capitalismo.
Como é
Esse mesmo sistema econômico foi pai de uma geração rodeada de conforto e acesso ilimitado à informação. Ficou mais fácil contestar verdades até então absolutas, e mais difícil resgatar a presença e o afeto nas relações. A nova geração ganhou em conhecimento e perdeu muito em diálogo, compromisso e respeito. O lado bom é que temos na mão uma gente criativa, dinâmica, antenada e totalmente “prafrentex”. Mas que custa caro.
Como vai ser
Ninguém sabe na verdade. As transformações aconteceram depressa demais, provando que a única coisa previsível, daqui pra frente, é o aumento dessa velocidade. Mas algumas dicas podem nos ajudar a lidar com os problemas HOJE. Quem sabe assim a gente consegue dar um ritmo mais harmonioso a essa corrida contra o tempo?
Minimizando conflitos
Enfim, isso é só uma ponta do iceberg que é o gerenciamento dos conflitos. Mas já dá uma boa noção de como quebrar o gelo entre duas gerações que se precisam – e, acima de tudo, se completam.
Fontes:
http://comunicacaointerna-informa.blogspot.com/2011/01/conflito-de-geracoes-nada-de-terno.html
http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=355&tipo=G